12.1.07
O
rato
roeu
a
roupa
do
rei
de
roma

wtf?
 
4.1.07
Ontem fui ao ginecologista fazer uma consulta de rotina.
Lá estava eu, já preparada e deitada naquela posição super confortável de frango assado quando o médio adentra na salinha carregando um objeto não identificado.
Algo muito parecido com aqueles "alargadores" tipicamente usados por esses médicos nesta região porem extremamente maior.
Me assustei. Tentei sair daquela posição em frações de segundos. Porém, minha agilidade super bem calculada não calculou exatamente o tamanho da cama/cadeira me senti caindo, tentei me agarras no metais próximos mas foi inevitável fui parar no chão junto com vários outros equipamentos próximos.
Quando prestei atenção lá estava o médico segurando aquilo completamente parado vislumbrando minha incrível coordenação motora.
- "Sabe você não é a primeira que se assusta com os aparelhos pós parto. Mas a primeira que se assusta quando estou lavando-os para a estufa..."
Tentei arrumar tudo depressa e volta à minha posição inicial.
Sinceramente achei que ele iria rir, tirar com a minha cara, ou algo do tipo, mas ginecologistas são estranhos. Nada espantoso para um cara que faz qualquer mulher abrir as pernas.

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31.12.06
Já virou tradição aquela história de usar calcinha de determinada cor no reveillon para atrair algo. Nunca acreditei em superstições, mas no reveillon de 2006 resolvi tentar. Coloquei uma calcinha rosa. Todos sempre disseram "calcinha rosa atrai amor".
A superstição funcionou e depois desse dia joguei toda as minhas calcinhas rosa fora.
Esse ano usarei amarelo já que dinheiro não me da dor de cabeça.
Feliz 2007. :)

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28.12.06
Já nem lembrava mais o que era sair de casa uma da manhã e ir com amigos para um bar beber e jogar várias rodadas de sinuca. Falar besteira com o Buda, dono do bar, tiozão safado e gozador, fã de rock e que insiste em tentar me dar instruções de sinuca.
- Quer uma ajudinha para pegar o taco?
- Não Buda, eu já sei direitinho. Uma hora te mostro, amor.
Depois sair de lá as 4 da manha e ir para o posto de gasolina, sentar na escada de um prédio qualquer e filosofar sobre os problemas do mundo e da nossa vida.
Ao som de Johnny Cash sentar no capô do carro e assistir o sol nascer cantando em coro de forma desafinada.
"When I was just a baby my mama told me. Son, always be a good boy, don´t ever play with guns."
Além de ver a cidade acordando, e dar uma passadinha na padaria para tomar café da manhã. (nada como sonho recheado, salgadinhos e chocolates para começar bem o dia)
E só depois ir para casa ainda sem sono ver desenhos especiais na TV.
Como eu amo o Natal!
Sem falar nos presentes! Tudo bem que Papai Noel não costuma ser muito generoso mas 200 reais sempre ajuda, né!
PS: Essa propaganda que fiz é de um site que promete dar coisas caras de graça. Não acreditei muito bem nessa história.. Mas não custa nada tentar, as vezes...

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23.12.06
Se tem rua que gosto é a Paulista.
Todas as vezes que preciso pensar, ou quando não tenho o que fazer passo o tempo livre caminhando por esta avenida.
Certa vez estava andando sem rumo próximo às 6 horas da tarde quando lembrei que tinha um trabalho importante em uma rua não muito distante dali porém não fazia idéia de que ônibus pegar. Resolvi pedir informação.
Como de costume naquele horário a rua estava completamente lotada e escolhi aleatóriamente uma pessoa parada no meio da multidão. Encostei em um homem alto, de terno, que estava de costas.
Ele se virou e nesse momento esqueci o que ia perguntar.
- Errr...
Ele até era um homem bonito. Era alto, loiro, de pele extremamente pálida, buchechas um pouco rosadas pelo sol e olhos azuis penetrantes. Mas o que havia me deixado sem fala não era sua beleza era outro coisa, e sei que foi recíproco.
Fixei em seus olhos e ele nos meus e houve silencio.
- Oi? - perguntou ele de repente ao retomar a consciência.
- Sabe que ônibus pego para ir para a rua X?
- Não..
E ali continuamos olhando um para o outro ainda em silencio.
- Tá, obrigada - respondi
Mas continuamos ali, frente a frente.
- Tá, de nada - respondeu ele.
Mas o silencio continuava entre cada uma de nossas frases e ficamos ali nos encarando de forma hipnótica.
- Bem, vou indo - falei, porem não movi nenhum músculo para sair dali.
- Boa sorte - falou ele também sem se mover.
- Tá
- Tá
E depois de mais alguns instantes de silencio retomei a consciência, lembrei do maldito trabalho, e comecei a me distanciar.
Andei a quadra e atravessei a rua quando parei.
Porque não perguntei o nome dele? Porque não peguei telefone? Quem sabe quando vou ve-lo novamente? Se é que um dia vou ve-lo novamente?
Resolvi voltar para perguntar seu nome, pegar seu telefone. Seria uma idiota? Quem sabe, mas era um risco que tinha que tomar.
Virei e meu coração acelerou, ele estava vindo em minha direção me fitando e novamente retomamos o contato visual profundo, os segundos que faltavam para ele me encontrar passavam lentamente. E agora só uma rua nos separava, mas porque esses malditos semáforos abrem bem no momento que queremos atravessar?
Agora me digam se não é brincadeira do destino: nesse mesmo momento o ônibus que eu procurava para exatamente na minha frente, não poderia perder a oportunidade e acabar perdendo o trabalho. Entrei. Me arrependi depois de ver pela janela a figura dele parado na esquina se afastando...

Eu nunca mais veria ele...
Ou talvez não... Mas isso eu conto outro dia...

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19.12.06
Quando eu era criança minha mãe me disse: "Você será uma grande mulher".
Não havia entendi a frase até certo dia que bati com a cabeça no teto sobre a escada do colégio e desmaiei.
Mas agora que já sou grande: o que faço da vida?

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4.12.06
Ontem parecia um dia normal, mas como diria Josef Climer: a vida é uma caixinha de surpresas e quando percebi já estava dentro do carro da Nani relembrando momentos triste de minha vida como a morte de meu peixinho dourado Toby (que Deus o tenha) entre outros fatos.
Eu já estava pscicológicamente abalada por tantas emoções fortes quando cheguei ao Littler Darling, barzinho simpático de rock anos 50/60, onde iamos ver o show da banda do Danilo (vulgo loló).
Até ai nada de tão surpreendente, mas a vida é uma caixinha de surpresas, e numa linda manhã de sol o show acabou e devido o fato de que minha cara amiga Nani estava beijando seu namorado Lillo fiquei desolada, solitária, DESMOTIVADA.
Mas a vida é uma caixinha de surpresas e Loló veio consolar-me chamando-me para dançar (coisa que por sinal está acima da minha capacidade motora) e me falou algo em um dialéto aparentemente alienigena.
- Hrausaon Mkdjsah?
Me aproximei para entender do que se tratava, mas a vida é uma caixinha de surpresas, e nesse momento nos beijamos. Após isso não conseguiamos mais nos desgrudar.
Cheguei a acreditar que as palavras ditas eram um feitiço, ou algo relativo a isso.
A explicação nunca saberei...
Porém pouco tempo depois Nani nos separou porque era hora de irmos para casa.
Eu poderia ter ficado triste, DESMOTIVADA, mas como dizia Raul:
"Viva a sociedade alterna... tente outra vez!"
 

Ser humano singular do sexo feminino, pscicopata, com mania de perseguição e comuns ataques de panico. Egoista e mal humorada constantemente vista falando sosinha. Work-a-holic, do contra, mão de vaca, culpada por todos os problemas da humanidade e pelo fato de que o pão sempre cai com a manteiga para baixo...
 
Sinuca, cerveja, sinuca com cerveja, RPG, rock, cinema, vagar sem rumo, internet, Johnny Depp, biscuit, programa do Jô, texan poker, dinheiro, F1, fazer apostas...
 
 
Uma pessoa cria um espaço para escrever o que tem vontade sem sensura ou preocupações.
Esta Versão
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Capitalimos ou Socialimos, no final todos querem a mesma coisa: Poder.
 
 
 
 
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