
| 31.12.06 |
|
| Já virou tradição aquela história de usar calcinha de determinada cor no reveillon para atrair algo. Nunca acreditei em superstições, mas no reveillon de 2006 resolvi tentar. Coloquei uma calcinha rosa. Todos sempre disseram "calcinha rosa atrai amor". A superstição funcionou e depois desse dia joguei toda as minhas calcinhas rosa fora. Esse ano usarei amarelo já que dinheiro não me da dor de cabeça. Feliz 2007. :) Marcadores: festas |
|
| 28.12.06 |
|
Já nem lembrava mais o que era sair de casa uma da manhã e ir com amigos para um bar beber e jogar várias rodadas de sinuca. Falar besteira com o Buda, dono do bar, tiozão safado e gozador, fã de rock e que insiste em tentar me dar instruções de sinuca.![]() - Quer uma ajudinha para pegar o taco? - Não Buda, eu já sei direitinho. Uma hora te mostro, amor. Depois sair de lá as 4 da manha e ir para o posto de gasolina, sentar na escada de um prédio qualquer e filosofar sobre os problemas do mundo e da nossa vida. Ao som de Johnny Cash sentar no capô do carro e assistir o sol nascer cantando em coro de forma desafinada. "When I was just a baby my mama told me. Son, always be a good boy, don´t ever play with guns." Além de ver a cidade acordando, e dar uma passadinha na padaria para tomar café da manhã. (nada como sonho recheado, salgadinhos e chocolates para começar bem o dia) E só depois ir para casa ainda sem sono ver desenhos especiais na TV. Como eu amo o Natal! Sem falar nos presentes! Tudo bem que Papai Noel não costuma ser muito generoso mas 200 reais sempre ajuda, né! PS: Essa propaganda que fiz é de um site que promete dar coisas caras de graça. Não acreditei muito bem nessa história.. Mas não custa nada tentar, as vezes... Marcadores: festas |
|
| 23.12.06 |
|
| Se tem rua que gosto é a Paulista. Todas as vezes que preciso pensar, ou quando não tenho o que fazer passo o tempo livre caminhando por esta avenida. Certa vez estava andando sem rumo próximo às 6 horas da tarde quando lembrei que tinha um trabalho importante em uma rua não muito distante dali porém não fazia idéia de que ônibus pegar. Resolvi pedir informação. Como de costume naquele horário a rua estava completamente lotada e escolhi aleatóriamente uma pessoa parada no meio da multidão. Encostei em um homem alto, de terno, que estava de costas. Ele se virou e nesse momento esqueci o que ia perguntar. - Errr... Ele até era um homem bonito. Era alto, loiro, de pele extremamente pálida, buchechas um pouco rosadas pelo sol e olhos azuis penetrantes. Mas o que havia me deixado sem fala não era sua beleza era outro coisa, e sei que foi recíproco. Fixei em seus olhos e ele nos meus e houve silencio. - Oi? - perguntou ele de repente ao retomar a consciência. - Sabe que ônibus pego para ir para a rua X? - Não.. E ali continuamos olhando um para o outro ainda em silencio. - Tá, obrigada - respondi Mas continuamos ali, frente a frente. - Tá, de nada - respondeu ele. Mas o silencio continuava entre cada uma de nossas frases e ficamos ali nos encarando de forma hipnótica. - Bem, vou indo - falei, porem não movi nenhum músculo para sair dali. - Boa sorte - falou ele também sem se mover. - Tá - Tá E depois de mais alguns instantes de silencio retomei a consciência, lembrei do maldito trabalho, e comecei a me distanciar. Andei a quadra e atravessei a rua quando parei. Porque não perguntei o nome dele? Porque não peguei telefone? Quem sabe quando vou ve-lo novamente? Se é que um dia vou ve-lo novamente? Resolvi voltar para perguntar seu nome, pegar seu telefone. Seria uma idiota? Quem sabe, mas era um risco que tinha que tomar. Virei e meu coração acelerou, ele estava vindo em minha direção me fitando e novamente retomamos o contato visual profundo, os segundos que faltavam para ele me encontrar passavam lentamente. E agora só uma rua nos separava, mas porque esses malditos semáforos abrem bem no momento que queremos atravessar? Agora me digam se não é brincadeira do destino: nesse mesmo momento o ônibus que eu procurava para exatamente na minha frente, não poderia perder a oportunidade e acabar perdendo o trabalho. Entrei. Me arrependi depois de ver pela janela a figura dele parado na esquina se afastando... Eu nunca mais veria ele... Ou talvez não... Mas isso eu conto outro dia... Marcadores: homens |
|
| 19.12.06 |
|
| Quando eu era criança minha mãe me disse: "Você será uma grande mulher". Não havia entendi a frase até certo dia que bati com a cabeça no teto sobre a escada do colégio e desmaiei. Mas agora que já sou grande: o que faço da vida? Marcadores: mamãe |
|
| 4.12.06 |
|
| Ontem parecia um dia normal, mas como diria Josef Climer: a vida é uma caixinha de surpresas e quando percebi já estava dentro do carro da Nani relembrando momentos triste de minha vida como a morte de meu peixinho dourado Toby (que Deus o tenha) entre outros fatos. Eu já estava pscicológicamente abalada por tantas emoções fortes quando cheguei ao Littler Darling, barzinho simpático de rock anos 50/60, onde iamos ver o show da banda do Danilo (vulgo loló). Até ai nada de tão surpreendente, mas a vida é uma caixinha de surpresas, e Mas a vida é uma caixinha de surpresas e Loló veio consolar-me chamando-me para dançar (coisa que por sinal está acima da minha capacidade motora) e me falou algo em um dialéto aparentemente alienigena. - Hrausaon Mkdjsah? Me aproximei para entender do que se tratava, mas a vida é uma caixinha de surpresas, e nesse momento nos beijamos. Após isso não conseguiamos mais nos desgrudar. Cheguei a acreditar que as palavras ditas eram um feitiço, ou algo relativo a isso. A explicação nunca saberei... Porém pouco tempo depois Nani nos separou porque era hora de irmos para casa. Eu poderia ter ficado triste, DESMOTIVADA, mas como dizia Raul: " |
|
| 3.12.06 |
|
| Se tem uma coisa que gera grandes brigas em minha casa são roupas. Pode parecer estranho mas as brigas são maiores por roupa do que por qualquer outro motivo (e olha que eu dou motivos hein..). Sempre que vou ao shopping com minha mãe ela pensa que sou sua boneca e que ela vai me vestir da maneira que bem entender (que mundo engraçado, somos sempre bonecas, para as mães somes barbies e para os homens bonecas infláveis, só a gente que olha no espelho e pensa que é gente), mas o fato é que nunca gosto das roupas que ela escolhe já que na maioria das vezes são roupas extremamente sérias para executivas encalhadas de trinta anos que se baseia em revistas de moda para serem respeitadas. Não que eu veja algum problema nisso, quando eu for a executiva encalhada de trinta anos vou me vestir exatamente igual. Porém o problema realmente começa quando eu falo que não gostei. Algum espírito maligno baixa nela e de uma maneira extranha ela se enfurece e ai começa a falassada que eu nem sei do que se trata pois esse é o momento que coloco os fones de ouvido e aumento o volume no máximo e fico apenas observando seus olhos ficarem vermelhos de raiva. E se eu estiver afim de continuar a briga, é só eu tirar o fone do ouvido e sinicamente perguntar "oi? o que você falou mesmo? Eu não consegui ouvir...". Adoro esse mundo moderno! Marcadores: mamãe |
|
| 1.12.06 |
|
| Hoje é o dia mundial de combate ao câncer, um dia em que o mundo inteiro coloca a fitinha vermelha pelos sites e propagadas mas não faz absolutamente nada para mudar a situação. Isso me faz lembrar o maldito Mc Downalds: eles colocam câncer em tudo mundo e depois inventaram um dia para tirar. Mas claro que não vamos culpar o pobre Ronald McDownalds pelos problemas do mundo, eu estou apenas brava porque na ultima vez que fui entupir minhas veias a maldita maquina de sorvete estava quebrada e eu fiquei só na vontade. Mas acabei comprando um hamburger normal, afinal, que diferença faz? - Posso ajuda-la? - Sim, isso mata? - Provavelmente. - Então é bom, me vê dois e com Coka tamanho grande, obrigada. - Eu que agradeço e tenha um bom dia. Marcadores: aleatórios |
|
Ser
humano singular do sexo feminino, pscicopata, com mania de perseguição
e comuns ataques de panico. Egoista e mal humorada constantemente vista
falando sosinha. Work-a-holic, do contra, mão de vaca, culpada
por todos os problemas da humanidade e pelo fato de que o pão
sempre cai com a manteiga para baixo... |
Sinuca,
cerveja, sinuca com cerveja, RPG, rock, cinema, vagar sem rumo, internet,
Johnny Depp, biscuit, programa do Jô, texan poker, dinheiro, F1,
fazer apostas... |
Uma
pessoa cria um espaço para escrever o que tem vontade sem sensura
ou preocupações. Esta Versão: Capitalimos ou Socialimos, no final todos querem a mesma coisa: Poder. |